Esta semana estreia o filme “Cosmopolis”, produzido pelo português Paulo Branco, realizado por um dos grandes mestres David Cronenberg , é o novo filme da estrela da trilogia crepúsculo, Robert Partinson e basicamente é baseado no livro homónimo.
Na 3f existiu no CCB, a ante estreia e contou com a presença do actor inglês, que tinha á porta do CCB dezenas de jovens em histeria.
O que vale é que ele é daqueles actores simpáticos que não renegam dar autógrafos aos fãs , e em falar com os jornalistas( até contou que há 10 anos não vinha a Lisboa, que gostava muito de cá vir quando era jovem…..e nada famoso acrescento eu), mas algo me diz( depois de ver a reacção de algumas raparigas algumas com idade para ter juízo e não fazer aquelas figuras), que o rapaz tem, a par do Daniel Radcliffe protagonista do Harry Potter, a carreira traçada: por muitos filmes que façam e por muito diversificados que sejam, irão ficar sempre marcados por o que fizeram no inicio de carreira.
E sinceramente, acaba por ser um pouco chato para os novos filmes deles, porque vão lá por o que o actor fez no passado, e não pelo filme em si.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Riga Debates #133 Cultura
O governo anunciou recentemente cortes radicais nos apoios à cultura.
Entretanto os artistas e outros grupos anónimos( a sérios, eles identificaram-se assim) já fizeram protestos contra esses cortes radicais.
Eu neste assunto estou um bocado dividido, por um lado percebo a ideia dos cortes, já que nem tudo tem de ter dinheiro do estado e os artistas por si mesmos têm de arranjas patrocínios ou formas de financiamento, e por vezes nem é preciso muito dinheiro para ter grandes filmes( um filme português recentemente premiado teve um orçamento de 5000 euros) e depois muitas vezes não compensa o financiamento, visto não terem grandes receitas, em termos de espectadores a assistir.
Mas , por outro lado também entendo que não se de passar do 80 ao 8 e passar a ter financiamento do estado zero, depois de ter “muito” financiamento.
Entretanto os artistas e outros grupos anónimos( a sérios, eles identificaram-se assim) já fizeram protestos contra esses cortes radicais.
Eu neste assunto estou um bocado dividido, por um lado percebo a ideia dos cortes, já que nem tudo tem de ter dinheiro do estado e os artistas por si mesmos têm de arranjas patrocínios ou formas de financiamento, e por vezes nem é preciso muito dinheiro para ter grandes filmes( um filme português recentemente premiado teve um orçamento de 5000 euros) e depois muitas vezes não compensa o financiamento, visto não terem grandes receitas, em termos de espectadores a assistir.
Mas , por outro lado também entendo que não se de passar do 80 ao 8 e passar a ter financiamento do estado zero, depois de ter “muito” financiamento.
terça-feira, 29 de maio de 2012
frustante
Por vezes é frustante saber que não temos oportunidades, por causa de não termos o factor "C".Mesmo tendo mais qualificações, mesmo não estando a trabalhar, não temos factor "C", somos preteridos em função de alguem que esteja a trabalhar noutro lado e que só vai para ali para dizer que fica mais perto de casa.
Mas claro também existem outras "frustações", que também não dependem apenas de nós, mas essas por vezes custam mais superar...
Mas claro também existem outras "frustações", que também não dependem apenas de nós, mas essas por vezes custam mais superar...
segunda-feira, 28 de maio de 2012
rock in rio e o colega misterioso
Este fim-de-semana ficou marcado pelo início do rock in rio (para a semana será um fim de semana um pouco para o pessoal mais velho).
Na 6f vi (através da SIC radical) os concertos de Sepultura, um pouco pela curiosidade de ver como seria o espectáculo com o grupo de percussão francês, Mastodoon não me aqueceu nem arrefeceu, vi Evanecence, em que me chateou um bocado o comportamento de algum do publico fã de Metallica que resolveu fazer alguns apupos, mas de relevar a tentativa dos fãs de Evanescence (entre os quais a minha amiga S. que a vi na tv num dos directos da radical), em tentar fazer-se ouvir e em algumas vezes conseguir; e vi o início do concerto dos Metallica (segundo parece desta vez o Lars Ulrich, não desafinou muito, excepto numa musica onde “atropelou” uma estrofe inteira).
Já no sábado, primeiro fiquei chateado por dizerem, que não iam poder dar o concerto que eu queria ver, o dos Linkin Park (supostamente porque iriam incluir musicas experimentais), acabei por ver apenas o início de Limp Bizkit e “desliguei”. Mas depois fui surpreendido por afinal terem dado os Linkin (apenas perdi a parte inicial em tocaram as 2 musicas novas). E tiveram momentos de interacção com o publico surreais: desde o Chester ter saído do público, com um cachecol do Porto ao pescoço e o pessoal começar a assobiar e ele começar a dizer “bem é melhor tirar isto, que já percebi que não gostam”; a ter o Shinoda praticamente deitado em cima do publico, quando se empoleirou nas barreiras (e por o publico a cantar) e os seguranças aflitos para o tirarem de lá.
Para mim foi um concerto fantástico, e com grande interacção com o publico.
Entretanto, durante os intervalos dos directos do parque da bela vista, vi um programa na radical, que não conhecia e que é um formato muito interessante. Temos uma espécie de reality show, onde o director de uma empresa ou mesmo o fundador da mesma se infiltra durante uma semana na mesma, como sendo um trabalhador temporário. Ele vai trabalhar nas várias funcões como se fosse um trabalhador normal, com a intenção de ver no terreno o que está bem e o que está mal, quem são os bons e os maus funcionários, os problemas porque eles passam, etc.
Acho que é um bom conceito e quem gere, podia experimentar fazer o mesmo, para sentir no terreno as coisas, e conhecer os funcionários e o que eles passam.
Na 6f vi (através da SIC radical) os concertos de Sepultura, um pouco pela curiosidade de ver como seria o espectáculo com o grupo de percussão francês, Mastodoon não me aqueceu nem arrefeceu, vi Evanecence, em que me chateou um bocado o comportamento de algum do publico fã de Metallica que resolveu fazer alguns apupos, mas de relevar a tentativa dos fãs de Evanescence (entre os quais a minha amiga S. que a vi na tv num dos directos da radical), em tentar fazer-se ouvir e em algumas vezes conseguir; e vi o início do concerto dos Metallica (segundo parece desta vez o Lars Ulrich, não desafinou muito, excepto numa musica onde “atropelou” uma estrofe inteira).
Já no sábado, primeiro fiquei chateado por dizerem, que não iam poder dar o concerto que eu queria ver, o dos Linkin Park (supostamente porque iriam incluir musicas experimentais), acabei por ver apenas o início de Limp Bizkit e “desliguei”. Mas depois fui surpreendido por afinal terem dado os Linkin (apenas perdi a parte inicial em tocaram as 2 musicas novas). E tiveram momentos de interacção com o publico surreais: desde o Chester ter saído do público, com um cachecol do Porto ao pescoço e o pessoal começar a assobiar e ele começar a dizer “bem é melhor tirar isto, que já percebi que não gostam”; a ter o Shinoda praticamente deitado em cima do publico, quando se empoleirou nas barreiras (e por o publico a cantar) e os seguranças aflitos para o tirarem de lá.
Para mim foi um concerto fantástico, e com grande interacção com o publico.
Entretanto, durante os intervalos dos directos do parque da bela vista, vi um programa na radical, que não conhecia e que é um formato muito interessante. Temos uma espécie de reality show, onde o director de uma empresa ou mesmo o fundador da mesma se infiltra durante uma semana na mesma, como sendo um trabalhador temporário. Ele vai trabalhar nas várias funcões como se fosse um trabalhador normal, com a intenção de ver no terreno o que está bem e o que está mal, quem são os bons e os maus funcionários, os problemas porque eles passam, etc.
Acho que é um bom conceito e quem gere, podia experimentar fazer o mesmo, para sentir no terreno as coisas, e conhecer os funcionários e o que eles passam.
domingo, 27 de maio de 2012
RigaMusicaAnalise #120 James Blunt "You´re Beautiful"
My life is brilliant...
My life is brilliant.
My love is pure.
I saw an angel.
Of that I'm sure.
She smiled me on the subway.
She was with another man.
But I won't lose no sleep on that,
'Cause I've got a plan.
You're beautiful. You're beautiful.
You're beautiful, it's true.
I saw your face in a crowded place,
And I don't know what to do,
'Cause I'll never be with you.
Yes, she caught my eye,
As we walked on by.
She could see from my face that I was,
Flying high,
And I don't think that I'll see her again,
But we shared a moment that will last till the end.
You're beautiful. You're beautiful.
You're beautiful, it's true.
I saw your face in a crowded place,
And I don't know what to do,
'Cause I'll never be with you.
Laaa, laaaa
Laaa, laaaa
Laaa, laaaaa
You're beautiful. You're beautiful.
You're beautiful, it's true.
There must be an angel with a smile on her face,
When she thought up that I should be with you.
But it's time to face the truth,
I will never be with you.
Esta semana, temos um artista que foi revelação em 2007, com esta música.
Letra: é algo simples, fala sobre o encontro fortuito que ele teve com uma ex namorada no metro de Londres com outro homem e de como isso o afectou. acaba por ser uma balada simples que ficou no ouvido.
Vídeo: são simples, e um bocado parvo: o moço faz stop, expõe objectos relacionados com a relação e depois salta de um penhasco para dentro de água. Segundo se diz comete “suicídio”, seguindo uma tradição japonesa de tirar os sapatos, e mostrar os objectos pessoas antes de se atirar de um penhasco.
Curiosidades: o vídeo foi gravado em Maiorca( provavelmente no inverno)
James Blunt serviu no Kosovo (nas tropas da NATO) e pertenceu ao corpo de guardas da rainha( a sua família tem uma longa tradiçao militar)
Opinião Geral: existem músicas com videos bons(com boas historias) e letras da treta, e depois existem musicas como esta, em que a lera é boa e tinha muito por onde pegar e o vídeo é uma treta. Ok, é verdade que pega numa tradição japonesa, mas quem não conhecer essa cultura, não percebe o contexto. E neste caso, dado o nível da história ficaria bem um vídeo mais citadino, como mais enfoque no encontro com a ex namorada.
Na próxima semana
Aprender a jogar tenis, para comquistar uma rapariga........ou então não.
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