Olá pessoal
Um dos pontos, mais chatos do blogue, costuma ser escolher os títulos para os posts, especialmente nestes de 2f.
Portanto vamos fazer, mais uma vez um post por tópicos.
1- Assistimos ao velório de Miguel Portas e, pedindo desculpa pela piada um pouco mórbida, foi a única forma de vermos todos os políticos, da esquerda á direita unidos por uma causa.sem ser nos jogos do Benfica.
2- No futebol português assistimos a mais uma novela, desta vez na União de Leiria com salários em atraso e apenas meia dúzia de jogadores disponíveis. Enfim alguém (sem ser os presidentes dos tais clubes que fizeram birra á pouco tempo) ainda está interessado no alargamento?
3- A partir de hoje, irei ter o novo painel de controlo do blogger, é estranho, mas até se percebe as coisas e em termos de gerir (já o tive durante um dia), é algo que se faz bem.
Fiquem bem que eu também, até amanha
segunda-feira, 30 de abril de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
RigaMusicaAnalise #116 Marylin Manson "Tainted Love"
Olá pessoal
Sejam bem vindos a mais um RMA
Sometimes I feel i've got to
Run away I've got to
Get away
From the pain you drive into the heart of me
The love we share
Seems to go nowhere
And I've lost my light
For I toss and turn I can't sleep at night
Once I ran to you (I ran)
Now I'll run from you
This tainted love you've given
I give you all a boy could give you
Take my tears and that's not nearly all
Tainted love
Ooh... Tainted love
Now, I know I've got to
Run away I've got to
Get away
You don't really want it any more from me
To make things right
You need someone to hold you tight
And you'll think love is to pray
But I'm sorry, I don't pray that way
Once I ran to you (I ran)
Now I'll run from you
This tainted love you've given
I give you all a boy could give you
Take my tears and that's not nearly all
Tainted love
Ooh... Tainted love
Don't touch me please
I cannot stand the way you tease
I love you though you hurt me so
Now I'm going to pack my things and go
Touch me baby, tainted love
Touch me baby, tainted love
Touch me baby, tainted love
Touch me baby, tainted love
Once I ran to you (I ran)
Now I'll run from you
This tainted love you've given
I give you all a boy could give you
Take my tears and that's not nearly all
Tainted love, tainted love
Tainted love, tainted love
Letra : curiosamente fala numa relação falhada, mas lá está a versão original desta música é de 1965 e esta cover, já é cover de outra cover.
Vídeo: isto faz parte da OST de um filme, logo o que temos é o Marilyn Manson e os seus amigos da banda a invadir uma festa de liceu, onde estão algumas personagens desse filme.
Curiosidades: o original desta musica pertence a Gloria Jones é de 1965 e era uma balada, os Soft Cell em 1981 fizeram uma versão mais pop, e depois o Marylin Manson fez esta versão.
Quem viu o filem “oh não , outro filme de adolescentes” ( que basicamente era um filme parodia aos inúmeros filmes de adolescentes estilo American Pie que apareceram na segunda metade dos anos 90) percebe a historia deste vídeo, já que algumas das personagens aparecem lá.
Opinião geral: basicamente eu escolhi esta musica por causa da parte do filme, e o vídeo até está engraçado, como a transformação de uma das raparigas de uma neerd, em gótica sexy.
Na próxima semana
está escrito nas estrelas
Fiquem bem que eu também, até amanha
Sejam bem vindos a mais um RMA
Sometimes I feel i've got to
Run away I've got to
Get away
From the pain you drive into the heart of me
The love we share
Seems to go nowhere
And I've lost my light
For I toss and turn I can't sleep at night
Once I ran to you (I ran)
Now I'll run from you
This tainted love you've given
I give you all a boy could give you
Take my tears and that's not nearly all
Tainted love
Ooh... Tainted love
Now, I know I've got to
Run away I've got to
Get away
You don't really want it any more from me
To make things right
You need someone to hold you tight
And you'll think love is to pray
But I'm sorry, I don't pray that way
Once I ran to you (I ran)
Now I'll run from you
This tainted love you've given
I give you all a boy could give you
Take my tears and that's not nearly all
Tainted love
Ooh... Tainted love
Don't touch me please
I cannot stand the way you tease
I love you though you hurt me so
Now I'm going to pack my things and go
Touch me baby, tainted love
Touch me baby, tainted love
Touch me baby, tainted love
Touch me baby, tainted love
Once I ran to you (I ran)
Now I'll run from you
This tainted love you've given
I give you all a boy could give you
Take my tears and that's not nearly all
Tainted love, tainted love
Tainted love, tainted love
Letra : curiosamente fala numa relação falhada, mas lá está a versão original desta música é de 1965 e esta cover, já é cover de outra cover.
Vídeo: isto faz parte da OST de um filme, logo o que temos é o Marilyn Manson e os seus amigos da banda a invadir uma festa de liceu, onde estão algumas personagens desse filme.
Curiosidades: o original desta musica pertence a Gloria Jones é de 1965 e era uma balada, os Soft Cell em 1981 fizeram uma versão mais pop, e depois o Marylin Manson fez esta versão.
Quem viu o filem “oh não , outro filme de adolescentes” ( que basicamente era um filme parodia aos inúmeros filmes de adolescentes estilo American Pie que apareceram na segunda metade dos anos 90) percebe a historia deste vídeo, já que algumas das personagens aparecem lá.
Opinião geral: basicamente eu escolhi esta musica por causa da parte do filme, e o vídeo até está engraçado, como a transformação de uma das raparigas de uma neerd, em gótica sexy.
Na próxima semana
está escrito nas estrelas
Fiquem bem que eu também, até amanha
sábado, 28 de abril de 2012
Insólitos #78
Olá pessoal
Sejam bem vindos a mais um Insólitos
O caso não tem precedente na Austrália. Uma funcionária pública conseguiu uma indemnização do governo após se ferir durante sexo em viagem de trabalho.
De acordo com o “Sydney Morning Herald”, a Justiça determinou o pagamento de indemnização por danos físicos e psicológicos.
A funcionária estava a fazer sexo com um amigo num motel quando uma luminária caiu da parede e a atingiu no rosto. O incidente ocorreu em 2007 e o nome da ferida é mantido em sigilo.
O juiz John Nickolas disse que a questão do sexo é irrelevante. “Se a queixosa tivesse sido ferida enquanto jogava cartas num motel também teria direito à indemnização”, afirmou o magistrado.
Algo me diz que os patrões, vão começar a proibir sexo (e tudo o que não seja trabalho) durante as viagens de trabalho.
Existem várias formas de conservar o emprego, mas a doação de um rim para o chefe parece não ser uma boa aposta. Que o diga Debbie Stevens, uma norte-americana, de 47 anos, que foi despedida apesar de um dos seus órgãos ter sido entregue à sua superior hierárquica na Atlantic Automotive Group.
De acordo com o ‘The Post’, Debbie apresentou na sexta-feira uma reclamação junto da Comissão de Direitos Humanos de Nova Iorque, alegando que a sua chefe, Jackie Brucia, de 61 anos, a usou para garantir a doação do rim, tendo-a depois descartado.
“Tornei-me doadora de órgãos devido à minha chefe. Não queria que ela morresse”, justificou Debbie Stevens, acrescentando que tudo mudou após a cirurgia. “Depois da operação comecei a ser maltratada, de forma desumana. Senti que fora contratada apenas para doar o rim”.
Ingratidão!
Fiquem bem que eu também, até amanha
Sejam bem vindos a mais um Insólitos
O caso não tem precedente na Austrália. Uma funcionária pública conseguiu uma indemnização do governo após se ferir durante sexo em viagem de trabalho.
De acordo com o “Sydney Morning Herald”, a Justiça determinou o pagamento de indemnização por danos físicos e psicológicos.
A funcionária estava a fazer sexo com um amigo num motel quando uma luminária caiu da parede e a atingiu no rosto. O incidente ocorreu em 2007 e o nome da ferida é mantido em sigilo.
O juiz John Nickolas disse que a questão do sexo é irrelevante. “Se a queixosa tivesse sido ferida enquanto jogava cartas num motel também teria direito à indemnização”, afirmou o magistrado.
Algo me diz que os patrões, vão começar a proibir sexo (e tudo o que não seja trabalho) durante as viagens de trabalho.
Existem várias formas de conservar o emprego, mas a doação de um rim para o chefe parece não ser uma boa aposta. Que o diga Debbie Stevens, uma norte-americana, de 47 anos, que foi despedida apesar de um dos seus órgãos ter sido entregue à sua superior hierárquica na Atlantic Automotive Group.
De acordo com o ‘The Post’, Debbie apresentou na sexta-feira uma reclamação junto da Comissão de Direitos Humanos de Nova Iorque, alegando que a sua chefe, Jackie Brucia, de 61 anos, a usou para garantir a doação do rim, tendo-a depois descartado.
“Tornei-me doadora de órgãos devido à minha chefe. Não queria que ela morresse”, justificou Debbie Stevens, acrescentando que tudo mudou após a cirurgia. “Depois da operação comecei a ser maltratada, de forma desumana. Senti que fora contratada apenas para doar o rim”.
Ingratidão!
Fiquem bem que eu também, até amanha
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Ilusões/desilusões
Olá pessoal
Muitas vezes é complicado para mim escrever posts mais pessoais, (apesar de ser algo que pretendesse também fazer nesta nova fase do blogue) por um lado por muitas vezes faltarem-me as palavras certas e por outro porque os “anónimos”, que aqui aparecem, muitas vezes não entendem as coisas e optam por comentar, apenas na base do gozar com as situações e os assuntos.
Hoje irei falar em duas coisas: ilusões e desilusões a dois níveis, o do trabalho e o emocional.
A nível de trabalho, quantas vezes já não tivemos a ilusão de conseguir encontrar o trabalho, de fazermos os planos e tudo o mais, de nos começarmos a iludir, e depois quando vemos a burocracia para uma decisão final a aumentar, também aumenta a nossa ansiedade e começamos a ficar desiludidos por as coisas nunca mais se resolverem e por medo que corram mal.
A nível emocional é, pelo menos no meu caso, um pouco diferente. Já que das poucas vezes que arrisquei dei-me mal, mas sempre tive aquela ilusão de que as coisas podiam dar certo.
Até mesmo naqueles casos em que não avancei por medo, a tendência é ficar a pensar se as coisas poderiam ter dado certo.
Confesso que sinto a falta de ter “alguém”, mas magoa-me e desilude-me porque gosto e arrisco sempre com as pessoas erradas (a ilusão) e acabo sempre por me magoar e pensar que não tenho sorte nenhuma e que nunca irei encontrar alguém e ser feliz (a desilusão).
Preview RMA
(Marilyn Manson "the Nobodies"
(Epica "Never Enough")
Fiquem bem que eu também, até amanha
Muitas vezes é complicado para mim escrever posts mais pessoais, (apesar de ser algo que pretendesse também fazer nesta nova fase do blogue) por um lado por muitas vezes faltarem-me as palavras certas e por outro porque os “anónimos”, que aqui aparecem, muitas vezes não entendem as coisas e optam por comentar, apenas na base do gozar com as situações e os assuntos.
Hoje irei falar em duas coisas: ilusões e desilusões a dois níveis, o do trabalho e o emocional.
A nível de trabalho, quantas vezes já não tivemos a ilusão de conseguir encontrar o trabalho, de fazermos os planos e tudo o mais, de nos começarmos a iludir, e depois quando vemos a burocracia para uma decisão final a aumentar, também aumenta a nossa ansiedade e começamos a ficar desiludidos por as coisas nunca mais se resolverem e por medo que corram mal.
A nível emocional é, pelo menos no meu caso, um pouco diferente. Já que das poucas vezes que arrisquei dei-me mal, mas sempre tive aquela ilusão de que as coisas podiam dar certo.
Até mesmo naqueles casos em que não avancei por medo, a tendência é ficar a pensar se as coisas poderiam ter dado certo.
Confesso que sinto a falta de ter “alguém”, mas magoa-me e desilude-me porque gosto e arrisco sempre com as pessoas erradas (a ilusão) e acabo sempre por me magoar e pensar que não tenho sorte nenhuma e que nunca irei encontrar alguém e ser feliz (a desilusão).
Preview RMA
(Marilyn Manson "the Nobodies"
(Epica "Never Enough")
Fiquem bem que eu também, até amanha
quinta-feira, 26 de abril de 2012
teorias jornalistas
Olá pessoal
Quem vê os canais de notícias portugueses (RTP informação, SIC noticias e tvi 24) já deve ter visto algures na programação aqueles programas de reportagem, tirados dos canais internacionais, normalmente os americanos (toda a verdade, 60 minutos, etc.), vê a grande diferença no tipo de jornalismo.
Vamos ver, por exemplo, a cobertura das comemorações do 25 de Abril, onde os jornalistas pareciam que estavam num desfile de moda, já que estavam mais preocupados com o que cada ministro ou deputado vestia, se usavam ou não um cravo na lapela, do que com o que estava a acontecer.
Mas tenho que dar os parabéns á SIC notícias, já que ontem transmitiu um programa (que estreou há uns anos) chamado “a hora da liberdade”, que é uma reprodução do que aconteceu a 25 de Abril de 74 e aquilo sim é serviço público para os mais jovens.
Fiquem bem que eu também, até amanha
Quem vê os canais de notícias portugueses (RTP informação, SIC noticias e tvi 24) já deve ter visto algures na programação aqueles programas de reportagem, tirados dos canais internacionais, normalmente os americanos (toda a verdade, 60 minutos, etc.), vê a grande diferença no tipo de jornalismo.
Vamos ver, por exemplo, a cobertura das comemorações do 25 de Abril, onde os jornalistas pareciam que estavam num desfile de moda, já que estavam mais preocupados com o que cada ministro ou deputado vestia, se usavam ou não um cravo na lapela, do que com o que estava a acontecer.
Mas tenho que dar os parabéns á SIC notícias, já que ontem transmitiu um programa (que estreou há uns anos) chamado “a hora da liberdade”, que é uma reprodução do que aconteceu a 25 de Abril de 74 e aquilo sim é serviço público para os mais jovens.
Fiquem bem que eu também, até amanha
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